Gestão da inovação nas organizações: 6 dicas que funcionam

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Inovação disruptiva, inovação descontínua, inovação radical.
Hoje esses temas fazem parte do vocabulário corporativo e, muitas vezes, são empregados de forma incorreta.
A inovação é um tema bastante recorrente no mundo corporativo. Com um mercado cada vez mais competitivo, dinâmico e exigente, inovar é palavra de ordem para as empresas que querem crescer e liderar a concorrência.
Comumente associada à criatividade, a inovação é um processo coordenado que também envolve viabilidade e demanda.
É preciso que alguém esteja interessado pela novidade ou produtos que se deseja lançar no mercado!
- A criatividade é o que vai gerar uma ideia, seja ela incremental ou disruptiva;
- A viabilidade se refere à possibilidade de concretizar a ideia, analisando aspectos financeiros, técnicos, logísticos, operacionais, mercadológicos, etc;
- A demanda, por sua vez, diz respeito ao interesse do público por essa ideia inovadora.
Para que uma empresa apresente bons resultados, não basta simplesmente inovar. É preciso que se faça uma gestão eficiente da inovação, considerando os três fatores citados anteriormente e todas as etapas que vão desde a ideia até a sua aplicação prática.
Mas, afinal, como fazer a gestão da inovação nas organizações?
Separamos 6 dicas para te ajudar nessa tarefa e, assim, gerar mais valor para a sua empresa.
Antes de ver as dicas, confira este vídeo que vai te ajudar a ser mais criativo:
6 dicas de gestão da inovação nas organizações
1 – Inovação como prioridade
A inovação deve estar inserida no DNA da organização e, assim, ser encarada como prioridade em todos os procedimentos estratégicos.
É preciso que a inovação esteja em consonância com os objetivos e com a cultura da empresa, além de fazer parte de sua estratégia de crescimento.
2 – Identificação das necessidades e oportunidades
A mais importante dica para gestão da inovação nas organizações é identificar as principais necessidades e oportunidades da empresa.
Para isso, é preciso fazer uma análise dos ambientes interno e externo da organização. Dessa forma, fica mais fácil planejar e desenvolver as ideias de inovação.
Veja mais: Análise SWOT para planejamento estratégico: quais seus pontos fortes e pontos fracos?
3 – Benchmarking de inovação
O benchmarking pode ser definido como uma prática que consiste em olhar para os feitos de sucesso da concorrência e tentar adaptá-los à realidade da sua empresa.
Para a gestão da inovação nas empresas, o benchmarking de inovação acontece quando as organizações buscam inspiração em ideias dos concorrentes ou até mesmo de outros mercados.
A Netflix, por exemplo, inovou no mercado de filmes e séries e revolucionou a maneira com que as pessoas consomem esses produtos audiovisuais.
Em seguida, várias empresas (muitas delas já consolidadas) desenvolveram a sua própria plataforma de streaming baseadas no modelo Netflix.
A citar: Amazon Prime, HBO Go, Looke, Telecine Play, Globo Play, etc.
4 – Ambiente favorável à inovação
A inovação nasce da criatividade. Por isso, é fundamental fornecer aos colaboradores um ambiente que favoreça o pensamento criativo e, consequentemente, a inovação.
Estimule a participação de todos na geração de ideias, horizontalize a comunicação dentro da empresa, promova o diálogo e a troca de conhecimento, dê liberdade criativa para os funcionários.
Na Toyota, por exemplo, todos os colaboradores são incentivados a propor novas ideias, do chão de fábrica até os cargos de diretoria. Essa prática de gestão da inovação nas empresas tem feito toda a diferença nos índices de competitividade e de produtividade da Toyota.
Este vídeo (em inglês) elaborado pela Harvard Business Review explica de forma bem didática, como funciona a inovação disruptiva e a importância de um ambiente empresarial independete para isso :
5 – Parcerias
Investir em parcerias durante o processo de inovação permite à empresa alcançar melhores resultados.
Dessa forma, é interessante contar com a ajuda de instituições que já têm vasta experiência no que se refere à gestão da inovação nas organizações, como universidades, consultorias especializadas, incubadoras de startups, etc.
Ao selecionar os parceiros, é importante que se tenha clareza na estratégia e compatibilidade cultural.
6 – Profissionalismo
Inovar com profissionalismo é saber estruturar o processo de inovação.
No que tange a gestão da inovação nas empresas, pode-se utilizar softwares de gerenciamento de projetos para planejar, controlar distribuir e acompanhar todas as atividades referentes à inovação.
Há também plataformas colaborativas nas quais os envolvidos no processos de inovação podem interagir entre si de forma prática, bastando estarem conectados à internet.
A gestão da inovação nas organizações, quando feita de maneira eficiente, tem o poder de transformar o potencial inovativo da empresa em realidade concreta e lucrativa.
Depois de desenvolver e colocar em prática a inovação, é fundamental acompanhar os resultados e verificar se os objetivos desejados estão sendo alcançados.
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